amo !

terça-feira, 20 de julho de 2010

urgencias...



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me envolva
no caminho da tua procura,
me esconda
no teu corpo.
Me engula.
Me prenda
entre as pernas na urgencia do teu corpo nú.
Se ajoelhe entre meu corpo
como para rezar pelo pecado do teu delirio.
sinta meu gosto
me puxe para o fundo dos teus desejos.
Se aperte, se mexa, se deixe ,
sem repressões, sem ressalvas.
sinta nos teus espasmos
o espoucar do meu prazer.
No retesar do meu corpo, o tremor incontido do teu.
se perca nos teus murmúrios.
se ache em meus gemidos.....!
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sábado, 17 de julho de 2010

no teu corpo...


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num roçar espalhafatoso,
deslizo no vermelho de teu corpo ,
quente, exposto, molhado.
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Arrepiado pelos dedos passados.
Em anseios por qualquer coisa de lingua.
indecente em qualquer espaço de pele,
dançar minha boca no teu gemido,
intumescido na fricção
do desejo que pede,
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num ir e vir de corpo dentro.
Sentir escorrer,
pelas pernas de ávidos suores,
teu prazer
urgente, latente
Que se multiplica e fica.
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E se deixa em nós...!
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quinta-feira, 15 de julho de 2010

um versinho de amor...

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ela chega.
como se nunca tivesse saido
abraça meu desejo.
Beija a boca do meu sorriso
como se fosse beijo de despedida
num enredo de filme bom.
se enrosca no meu corpo
se molha...de se arrepiar
e sorri.
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sorri feliz
como o sorriso de felicidade do sol
que se roçando no horizonte
adormece o dia,
fazendo a noite nascer...
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terça-feira, 13 de julho de 2010

pode entrar...

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Voce um dia achou que felicidade era tudo aquilo que te prometiam, tudo aquilo o que te diziam. Tudo aquilo que te contavam...Mas não, felicidade não vem assim . Felicidade não se combina. Não se impõe ser feliz. não é assim, eu tentei avisar, te mostrar caminhos....Felicidade não se promete,a felicidade não se pede, ela simplesmente aparece, e voce nem nota. Vem qdo menos se espera ....e de repente se é feliz ! Agora o tempo passou, e voce aqui em minha porta....chorando. sem historia, sem sorrisos, sem amores. Pode entrar, pode chorar todas as tuas tristezas. desabafar todas as tuas dores.
Eu te escuto.
Voce foi buscar o que achava teu, não achou. Mas a vida continua. Tomara que aprenda agora..
Mas pode entrar. Entra com essa tua tristeza, a porta está aberta. Pode deitar na cama, eu me ajeito por aqui ...
Ou como disse o poeta,
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" eu não te darei carinho nem afeto, mas pra te abrigar, podes ocupar meu teto,
e pra te alimentar, pode comer meu pão...."

sábado, 10 de julho de 2010

fazer amor, é engolir no corpo a Alma...

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numa urgência de ser pecado e penitencia
fazer amor contigo
é engolir no corpo, a Alma....
a magia inconfundivel do toque.
Um poema em nossos corpos , que se fundem,
se incorporam
se roçam
se lambem
se encaixam.
Extrapolam os limites da superficie.
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e nesses limites de pele,
em gotas quentes
do óleo que te enxarca,
entro em ti...
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terça-feira, 6 de julho de 2010

paragrafos III

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Futuro? meu futuro é o agora, ou o imediatamente após. quero viver toda a felicidade, de colher o que plantei. Plantei imaginações, plantei sonhos, colho realidades e sensações.Vivo todo o prazer,que a imaginação me entregou, e a realidade colhida, deixa eu ter. Não me importa colecionar saudades ,e nem viver a ansiedade de uma velhice de recordações, ou "angustiar" uma medrosa solidão. Não quero juntar moedas de felicidade, em um cofrinho de sonhos para abrir num amanhã qualquer. Gasto agora.Vivo o hoje. Vivo a realidade dos meus sonhos, escrevo agora minha história. Prenhe de reticencias e pontos parágrafos ainda sem ponto final....Cheguei há um momento na vida, que posso e quero voar em plenitude. Lúdico em emoções, voar meu corpo, voar meu consciente livre.
.............................Me dar asas, viver ao sabor do vento...!
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sábado, 3 de julho de 2010

meu gozo ?


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...não sou gozo de surgir derepente, de simples explosão. Não,seria óbvio e simples demais. Nao sou o estereotipo do que se faz . Sou gozo quando olho querendo, sou gozo ao tirar a roupa, em descontrolar pudores, ao falar no ouvido baixinho, ao beijar suores, em alimentar arrepios, cheirar prazeres. Intensificar sentidos.
..........Não o gozo comum, simples, que surge quase sempre antes do tempo, como um pretensioso Big Bang qualquer. E booom.....
.........Não, Eu o lapido, eu o gemo,eu o misturo. o gozo é plural, é conjunto, é não gozar só. eu o faço acontecer, gozo não surge, é principio e meio e não fim. É continuidade, é repetiçao, é gozo de tempo certo, é gozo de tempo inteiro, é gozo de noite adentro, é gozo de madrugada a fora!
.......Meu gozo, não é só gozar...

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

E...

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E
sem pudor,
me buscou o rosto.
me lambeu a boca.
E
fez de seus sonhos,
suas pressas.
Na urgencia escorregadia da mão
conheceu meu corpo
em sensações de pele,
veias e pelos,
arrepios e suores .
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nessa ansia,
sentiu-se enfim em gozo...
E
tremendo,
gemeu,
chorou ,
sorriu...!
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domingo, 27 de junho de 2010

em nós...


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em nós,
o momento estremece, ruge, arranha, cega.
nos tornamos a eternidade do instante.
a pausa nos ponteiros das sensações.
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em nós,
o gozo na inculpabilidade de nossas culpas
a verdade das mentiras inventadas,
no segredo sem pudor
das nossas noites escondidas....

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quinta-feira, 24 de junho de 2010

o vento frio e o luar...


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...deitou só de calcinha. De bruços abraçada ao travesseiro, fechou os olhos. A boca entreaberta, quase formando um sorriso. Uma música ao fundo. A luz medrosa da noite, fingia iluminar de cores, o ar em sua volta. Seu corpo bronzeado contrastava com desejos e prazeres a seda branca do lençol. Parei, fiquei olhando. O cheiro do mar, o barulho das ondas , dava o tom. Tirei minha camisa devagar, a calça sem pressa, e joguei displicente nas costas de uma cadeira. Seu corpo , reagia com arrepios ao vento frio que soprava. Sentei ao seu lado,o movimento fez suas costas esbarrarem na minha perna. O contato quente da pele na pele, me excitava. Seus cabelos bricavam em meu rosto. Passo as mãos nas suas costas, por entre suas coxas,
de leve, como fingindo acordar, ela se vira. Os seios firmes, se deixam, como pedindo carinho, proteção. Passo a mão , aperto, sinto a sensação do toque. O bico se enrijece, minha lingua, suga, sente o gosto. Abre os olhos, sorri estica o braço. Me beija....me puxa. Me busca....Sinto a sua umidade . Um abraço. Me deito excitado . Enquanto meu corpo descarado roça no seu. Um arrepio lhe percorre o corpo. Coloco displicente os dedos no elástico da sua calcinha e puxo devagar...
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Enquanto o vento frio entrando no quarto, fazia dançar a cortina na janela,
o luar cúmplice como querendo participar, entrava lúdico sem pedir licença !

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