amo !

sexta-feira, 16 de maio de 2014




... era sua primeira e assustadora vez fora dos seus lençois. Suava. Duvidada que estava realmente ali. Era um sonho, pensava. Mas não era. Era medo, angustia, liberdade. Não sabia definir. Só sabia que estava ali. Que queria estar ali. Indo contra tudo aquilo que tinham ensinado, contra tudo que viveu. E estava ali. Entregue. Nua, molhada. Infiel. O corpo arrepiado, sendo tocado, chupado, mordido. Comido. E ela querendo mais, ansiando mais. Forçando mais. Sentia seu corpo arder. Pelo calor e desejo. Suava. Sua boca, procurava labios e lingua. Suas pernas se escancaravam, em exibição e prazer. Sentia seu corpo sendo invadido. Em estocadas fortes e fundas. Gemia, e mexia o corpo acompanhando o ritmo. Queria mais. Pediu. Virou o corpo, melosa. Como uma gata no cio.Foi levantando o corpo devagar, deixou-se de joelhos, o rosto apertado ao travesseiro. Sentiu um corpo roçando o seu. Sentia solavancos no estomago. Ela queria assim. Ser penetrada no verso da sua expectativa e sonhos. Em suas fantasias. Sentiu de repente seu corpo ser como rasgado. Berrou, abaixou o corpo, mas queria assim.
Pediu mais força, e gemeu mais forte. Era estocada como sempre quis. Pedia mais, queria mais fundo. Chorava, gemia e pedia. Como puta. Queria ser chamada de puta, ser tratada como puta. Esqueceu pudores. Colocou pra fora toda as suas fantasias e sonhos. Seus desejos e vontades. Ela era assim, queria assim. Gostava assim....Só iria gozar assim. Então gozou. Gozou tudo aquilo que imaginava. Teve certeza naquele momento, ia ser sempre assim
...



domingo, 11 de maio de 2014




e
num repente ansioso
teu sorriso
envolveu todo meu desejo
e engoliu sem pudor, toda minha vontade.
Na avidez dos teus lábios
e na volupia da tua lingua,
um sabor ácido de sensações,
que explodiu como onda de maré alta.
.
e deixou escorrer da tua boca, um gosto forte de nós dois !



segunda-feira, 5 de maio de 2014

 
 
 
 

voce só de calcinha se apertava em meu corpo
falava bobagem, dizendo coisas de querer fazer.
Abria minha roupa,
sentia todo o desejo em meu corpo
e sorria feito menina assanhada
brincando de brincar verdade.

.
e num ir e vir, louco de querer fazer mais.
lambia minha excitação.
Fazia da minha pele, desejos e sabores.
da minha carne, prazeres e pecados.
e engolia sem pudores e preconceitos
todo meu gemido mais forte.

.
depois me tirava a roupa
se deitava
sempre querendo muito
sempre pedindo mais
tocava meu corpo ansiosa
e como se fosse uma brincadeira de fazer amor.
sorrindo, dizia baixinho
--vem, vem mais...
 
 

sexta-feira, 25 de abril de 2014




em nós,
o momento estremece, ruge, arranha, cega.
nos tornamos a eternidade do instante.
a pausa nos ponteiros das sensações.
.
em nós,
o gozo na inocencia de nossas culpas
a verdade das mentiras inventadas,
o segredo sem pudor
das nossas noites escondidas....



quinta-feira, 24 de abril de 2014

domingo, 20 de abril de 2014

 
 
 
 
__ fazer o que? se te quero mais...
 
Dito isto, rodei para debaixo dela.
Reparei que os seus mamilos se tinham distendido
e estavam em paz, relaxados...
Observei-os. Resolvi beijá-los mais uma vez,
juntando os seios, depois a percorri com meus lábios e minha mão .
A senti ainda úmida, sua pele quente.
Senti minha excitação aumentar de novo, e fiz com que ela a sentisse .
encostando mais, empurrando um pouco.
 
__outra vez ? perguntou ela sorrindo, mexendo-se impudicamente
sobre mim, procurando-me.
 
__Sim, respondi.....mais uma vez, outra vez!
 
 
 

quinta-feira, 20 de março de 2014






 .
Tenho o eco
do
teu gemido
gravado
no subconsciente
do meu desejo.


Excita-me a lembrança.
Excita-me o corpo.

Relembro teu compasso,
tua pele,
teu cheiro,
tua lingua
.
Teu jeito lascivo
e sem pudor de se deixar entrar.


Fecho os olhos,

e por um momento,
um descontrole de mãos,
e sem as tuas.
Teimam as minhas,
lambendo o ar que me rodeia
me finjo em ti......


.

sexta-feira, 7 de março de 2014




-- Não pare agora... disse tremendo, afundando em meu corpo suas unhas curtas e afiadas. Seus labios mordidos, gemiam... Forcei mais, seu corpo começou involuntariamente a tremer. E cada vez mais forte. Meu corpo ia e vinha sem compasso certo, ora mais forte, ora mais fraco. Por vezes me deixei ficar , pulsando. Seu corpo então se mexia, se roçava em mim . Eu ajudava , ao não largar meu peso , deixava seu quadril solto. Tremia cada vez mais, não existiam mais espaços entre nós, apenas grunhidos, gemidos, cheiros.
-- Não pare agora, disse fracamente
-- Não pare agora, não pare nunca, não pare mais....repetiu. Os olhos fechados, ofegante.
Eu continuei, e continuei cada vez mais forte, cada vez mais denso, cada vez mais rijo,cada vez mais fundo,  cada vez mais e mais e mais ....
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