Tente esconder tua nudez,nesse espaço que teu desejo desnuda. Tente se cobrir em recato, até o instante , que nosso pecado se encontre. Finja gritar não, no sim do teu corpo. E faça do teu choro de prazer um gemido que soa. desço no óleo, lágrima do teu cio . Em luxúria , teu sexo. Entro em ti...! . . .
fiquei relembrando. Passando um filme da vida, os doces pedaços da vida . Quantas coisas passadas, quantas saudades, quantas mulheres. Quantas diferenças entre si, tão diferentes e no fundo, tão iguais. Algumas simplesmente se evaporaram no tempo, outras se mantem vivas na lembrança. Umas tão quentes, outras ...nem tanto, umas querendo ser, outras que eram, sem saber. Umas, fazendo melhor que as outras,outras fazendo só por fazer, umas fazendo por tesão, outras fazendo simplesmente. Ah! saudade gostosa. Umas mandei que fossem, outras nem vieram. Para algumas pedi, para outras nem precisei. Mulheres de beijo na boca, mulheres de beijo na nuca, de caricias no corpo, de peitos sugados. Casadas, solteiras, viuvas, mulheres da vida, mulheres de luta, mulheres sorrisos, mulheres medrosas.Umas preencheram lacunas, outras acariciaram meu ego,algumas só mataram desejos, outras me fizeram refletir,de umas ainda aguardo respostas, de outras nem perguntas fiz. Umas me entenderam, outras nem tentaram. Umas só foram usadas, outras apenas me usaram. Umas viraram mães, outras viraram tias, algumas por não querer, outras sem opção . Mas de todas eu tenho saudade,e respeito. E a recíproca existe, tenho certeza.
Amor a distancia simplesmente rumos, em paralelos caminhos, desencontros. Numa falta do toque, do sentir, da carne, dos sentidos. olhares que se veem..... sem se olhar. que se fingem. sorrisos que se perdem. Desejos que não se deitam. corpos numa urgência de prazer, São tuas pernas que se cruzam, te apertam, te comem. No licor que te enxarca . Imaginoa luxúria que te inunda, louca fantasia . Teus olhos semi cerrados em mim Um filme em silencio me quer. Tua mão lasciva, se transforma por momentos nas minhas, e te toca , te vira , e te mexe. Te relaxa e te acalma. Te vejo e sonho o teu desejo, e me imagino em ti loucamente em ti frente e verso em ti.....! . . .
3 de fevereiro, mais um ano. E o tempo vai passando. Rápido, cada vez mais rápido..... . . . .
domingo, 25 de janeiro de 2009
. . eu sou naturalmente a sensação que sinto. A sensação que transmito, normalmente sou eu. Sem mordaças,sem máscaras, sem artifícios. Vivo em função de minha satisfação, de meus desejos e vontades. De fazer o bem. Mesmo com a certeza de quanto mal já fiz. Se por exemplo, vejo em uma nuvem beleza, vejo tambem a liberdade e o efemero na sua passagem. Como a vida. Como o amor. Como as certezas que penso ter. Doces ilusórias certezas, ao sabor libidinoso do vento. Que a leva sem obstáculos, sem negativas, até simplesmente se acabar, se autoconsumir. Vivo nas nuvens da vida, do amor, das ilusões. Mas por outro lado.Vivo meu temperamento felino. Nos meandros da inconsequencia, sem ser otário, bobo, ou inocente, ou quem sabe, fingindo ser, até o resultado final conseguido. Sou o que quero. Sou o que sou, sou o que quero ser, em total cumplicidade com minhas intuições. Vou até onde meu instinto diz sim. Vivo de mãos dadas entre meu Eu de emoções, com meu Eu racional, que me regula, que me soma e subtrai , sempre nas minhas perfeitas faculdades. E nessa balança em mim eu vivo, com a plena consciencia da felicidade que procuro, que almejo. Que quero mais. Sem nunca precisar fugir de mim. Num fugir inconsciente, inconsistente, e medroso. Tudo que faço é profundamente consciente, até nas saídas, não fugas, até nas inverdades. Não sou um mistério, mas tambem não sou figurinha fácil. Sou dentro do possivel, apenas eu. Vivo de amores. Sem morrer de amor por ninguem. Logicamente por não me interessar morrer. Seja lá de que modo for. . .
. tua vontade, em penumbra que olhos quase fechados abrigam. Te sinto. Teu corpo úmido, no meu. Teu desejo quase inconfessável, louco em despudor pedido, puro instinto, cio e prazer, minha vontade completa teu desejo, da inocência perdido. Lascivo pelas fantasias jogadas nos lençois, no corpo em vontade, luxuria saida da mente pedinte, vestido na pele sedenta. Te encontro, te entro, me explodo num arco iris de cores piscadas, flashes loucos, te iluminam, espalhafatoso gozar. Me enxarco no teu licor. Sensações. Odores molhados, misturados por mim teu suor, choro e riso. Contrastes. Abre as pernas como para deixar fugir o pudor guardado. se coloca de costas, na minha ansiedade Sem medo. No gozo da verdade. Louca, louca, dando, se jogando na nudez. No nú da alma que se transforma. A entrega . O desejo, o prazer, o pecado. Em quase insensatez, um ávido querer alucinado. Em resposta ao corpo trêmulo que sequioso pede..!